quinta-feira, 7 de julho de 2011

Repetition of you (2) in my mind. Memories that come from distant images, shadows and dreams that are so confuse, but you are always there. So sincerely I wait patiently for an answer that hasn't come and you still live in my mind. For a moment I think it's going to be different but the fear of those arguments come with me and I can't avoid it. I have tried to rid myself of this and the feelings that surround that situation. I love you (2), but sometimes you made me suffer a lot. I want to scream!!!

Pauliane Godoy - July 01st,2011.

sábado, 30 de abril de 2011

A etiqueta

De onde vem isso? Essa nostalgia que aparece do nada e por motivos aparentemente tão tolos? E eu que até esse momento achava  era um sentimento superado e  agora ele volta de uma forma diferente; não tão forte, mas ainda aparece? Por quê? Ainda mais depois de anos? E sem motivo aparente. Retirando a etiqueta de uma blusa nova me recordo de algo que tem relação à etiquetas, (roupas e sociais) mas por quê? Será que isso é bom ou ruim? À primeira vista, me parece algo estranho, nem ruim nem bom, mas me sinto desestabilizada em meus sentimentos. Será que isso é parte de um processo? Bom, isso de algum modo me move e mobiliza e me faz questionar sobre um tema: A liberdade.
Há alguns dias uma aluna me escrveu: "Professora, escreva sobre a liberdade, principalmente aquela que o ser consegue sobre si mesmo." Acho o tema bastante interessante e quando li a sugestão achei importante me dar um tempo para poder elaborar escrever. Parecia fácil, mas agora, depois desse acontecimento "da etiqueta" eu me coloco a questionar o que é esse sentimento e como talvez ele seja algo contrário a essa liberdade que eu quero sentir.
Mas creio que esse tema fica para outra texto. Por agora vou deter-me a questionar o que estou sentindo e ... (nem eu sei o que fazer com isso, mas talvez nem haja algo a ser feito.)

Pauliane Godoy  P***_:)

Juiz de Fora, 30 de abril de 2011.


L'ÉTIQUETTE

domingo, 20 de março de 2011

P.S

"Tu te tornas eternamento responsável por tudo aquilo que cativas".Creio nessa frase e sinto fortemente o que ela significa e na última semana fui levada a pensar e sentir cada vez mais o sentido dessa frase.
Ano passado tive uma experiência muito enriquecedora em uma escola municipal aqui de Juiz de Fora. Por várias razões, não tive a oportunidade de voltar a lecionar nessa escola. Apesar de querer muito não deu. Fiquei triste, mas tenho certeza que as coisas ocorreram da forma que deveria ser. Muitos desses alunos me enviavam mensagens perguntando se voltaria para o colégio. Assim como eu, muitos se mostraram tristes por não podermos estar juntos esse ano novamente. Na última semana, porém, recebi uma mensagem de uma aluna muito querida que me disse que estava sentindo muita saudade de mim e que não estava gostando da professora que havia voltado para a escola. Fiquei feliz, afinal, saber que seu trabalho é valorizado é muito gratificante, mas por outro lado, não quero impulsionar qualquer comportamento de incentivo à não aceitação da outra professora. Isso é uma postura antiprofissional que não apoio. Respondi sua mensagem com muito carinho e disse que as coisas acontecem da forma que tem de acontecer e que devemos aceitar e compreender os acontecimentos e que ela tentasse ver as qualidades da outra professora. Achei que as minhas palavras tinham a tranquilizado, pois lidar com essas coisas da vida, faz parte da vida rs. Porém, adolescentes, como é característico, ou amam ou odeiam e quando amam, amam de verdade. rs 
Fui então surpreendida com sua resposta "o que eu não aceito tia Pauli é vc ter entrado na nossa vida e dps ter saído assim. Eles não te deixaram voltar pq sentem inveja de vc pq te amamos. sinto muita sua falta!". Ao ler sua msg, foi um misto de alegria e tristeza, pois naquele momento eu pude perceber tão claramente a minha responsabilidade em relação àquele amor tão grande. Muito gratificante e ao mesmo tempo, que responsabilidade! rs uma responsabilidade de saber que como professora eu posso ser amada e esse amor é tão especial que não posso deixar que simplesmente eu vá embora da vida deles! Teoricamente isso é fácil de ser entendido, mas SENTIR isso é mais forte. 
E como explicar, que as coisas acontecem, mesmo que a gente não queira, mas a vida às vezes leva as coisas para um outro rumo? Esclarecer que a minha volta passava por questões burocrática e administrativas que vão muito além de "inveja" rs Mas lembrando ela nem tem noção do que é isso do mundo dos adultos, afinal é uma adolescentes e para ela as coisas parecem muito mais simples do que são. Respondi e tentei mostrar que não iria "sumir" da vida dela, pois o que vivemos vai ficar pra sempre marcado. 
"O que eu quero te mostrar é que EU ESTOU AQUI! ASSIM COMO VOCÊ MOSTROU ESTAR AQUI por mim e isso é o importante!
E diante desse fato, pude refletir sobre outros acontecimentos da minha vida. Às vezes queremos que as pessoas ajam conosoco da forma que achamos que agiríamos se estivéssemos em determinada situação e eu várias vezes me pego nesse movimento. E muito recentemente vivi uma situação assim com alguém que eu achei que poderia ter agido de forma diferente em relação a mim.Mas o que concluí diante do que aconteceu é que por mais que às vezes as pessoas queiram agir de uma determinada maneira, às vezes as coisas saem do controle e isso é a vida. Tenho lidado com essa questão do controle. Sei que é uma dificuldade minha e que NÃO DÁ pra controlar os nossos atos, pois SENTIMOS e sentir é muito mais forte do que qualquer outra coisa.


P.S: Assim como ela, várias vezes questionei seu comportamento e sua atitude e aí percebo de uma forma tão simples que não dá pra controlar tudo. A vida toma seu curso.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Carnaval 2011

Esse Carnaval resolvi ir visitar meu irmão mais novo Juninho. Ele está morando em Pará de Minas no Patronato Salesiano.
Ele estava muito ansioso em me receber. Semanas antes já ficava falando da minha ida e isso também me contagiou. O Jú disse que lá era um lugar muito calmo e que seria muito bom para relaxar. Quando cheguei lá minhas expectativas foram superadas. Fui muito bem recebida e acolhida por todos e meu irmão estava numa alegria contagiante.
Conheci os moradores da casa e as pessoas que trabalham lá durante a semana. É um centro educativo com oficinas para crianças a partir de 08 anos até adolescentes. Apesar de não ter visto as oficinas em atividade, deu pra perceber como é um lugar especial e contagiante.
Além da acolhida fantástica, na noite do dia 05 de março o meu irmão, juntamente com o Pe. Roberto (diretor da obra) e a Bete, fizeram um jantar para me recepcionar e além disso teve um bolo surpresa pelo meu aniversário que foi no dia 04. Foi muito legal e cômico. O Juninho ficou tremendo para acendar as velas e acabou que eu acendi. haha O Pe. Roberto fez muitas piadas dele!
Achei o clima ótimo para descansar, pois a casa parece uma fazendinha. E o clima também é muito harmonioso. O Pe. Roberto é uma pessoa fantástica. Muito carismática, engraçada e foi muito bom conhecê-lo. Já havia ouvido falar dele muitas vezes, pois meu irmão fala muito bem dele, mas conhecê-lo foi muito bom. Aquela imagem de padres carrancudos, não tem nada a ver com ele. Rimos e conversamos bastante e até conversamos sobre algumas situações de cercam minha vida nesse momento. Fatos que não são tão agradáveis, mas com o tempo tenho certeza que irão se ajeitar. E até sobre isso senti muito a vontade de compartilhar.
Uma coisa que chamou minha atenção é o fato deles realmente dedicarem a vida deles à obra. É algo muito bonito de ver. E concluo que isso é realmente uma vocação.
Conheci também um casal de noivos (Vinícius e Flávia) de Congonhas que estavam lá também. São amigos do Roberto. Casal muito simpático.
Passeamos pela lagoa da casa no dia que a chuva deu uma trégua, não muito longa, mas deu para conhecer os marrecos, patos e gansos que vivem por lá. Conheci também o dálmata Godoy (em homenagem ao Juninho) rs Todos os bichinhos lá tem nome de gente para homenagear alguém!
Conhecemos os pontos principais de Pará de Minas. Só que não deu para conhecer a famosa boate Girus com 09 ambientes porque estava fechada, mas deixa para uma próxima e minha intenção era realmente descansar.
Visitamos a casa de alguns amigos do Juninho e do Pe. Roberto. Todos foram muito receptivos.
Apesar de ficar cansada para ir e voltar, pois foram 2 ônibus, valeu a pena e tenho certeza que volto para minhas atividades como novo ânimo!

Amor indescritível!

Jantar

Bolo de aniversário! Obá
O TICO! Todo mundo quis tirar foto com ele. rs

O Cristo de Pará de Minas (meio gordinho, né?)

 Que fantástico! As pedrinhas formam peixinhos!

Padre Roberto

Linda imagem!

Já treinando! rs

Cadê meus óculos escuros?

Correndo com os patos ou dos patos? rs

No lago



Caminhando e cantando



E quem é o verdadeiro Godoy? rs

04 de março de 2011

Muito bom estar na companhia de pessoas que a gente gosta e que gostam da gente: RECIPROCIDADE!
Algumas fotos registraram esse momento de comemoração! VIVA LA VIDA!

  Tudo pronto!

 Mano Marcos, eu e o livro que ganhei!
 
  
 Lyvinha

 Margarida (Margarete)

 Madá

 Aline (Line)

 Heitor (meu sobrinho lindo de coração)

  
 Jarma (Jarmete)

 Renatinha

Nós

Ele de novo! Coisa mais fofa!
Todos de chapeuzinho! Olha a carinha do Heitor! rs

 Mural

sexta-feira, 4 de março de 2011

MEU DIA!!!

Hoje twiitei: DIA MARAVILHOSO! CLARO, ELE É MEU DIA! RS E essa sensação é muito boa!

Diariamente, agradeço à Deus pela oportunidade de mais um dia, que chega com suas dificuldades e possibilidades. Eu posso escolher aprender com essas dificuldades e superá-las ou não.Mas creio ser realmente importante perceber o privilégio da vida e as escolhas que podemos fazer durante  cada dia. Creio profundamente nisso.

Mas hoje, é um dia particularmente especial para mim. Exatamente 26 anos atrás, no Hospital Arnaldo Gavazza, na cidade de Ponte Nova/MG eu cheguei a esse mundo.Eu RECEBI A OPORTUNIDADE SUPREMA DE RECOMEÇAR UMA VIDA. Recomeçar, sim, pois creio que temos VÁRIAS oportunidades de vida durante nossa existência e essa minha nova vida, foi mais uma nova CHANCE recebida.

Amo celebrar meu aniversário, pois é celebrar a minha vida. E por mais que certas coisas não sejam, ainda, da forma que eu gostaria, ou de algumas vezes me questionar sobre algumas escolhas, EU VIVO e AMO!

Hoje pela manhã, minha mãe me ligou para parabenizar e de uma forma muito especial ela contou sobre o meu nascimento e como foi o parto e de uma forma tão delicada e até cômica ela lembrou  fatos da sua gravidez. Ela disse que ela gostava de fazer o arroz e quando a água estava secando, colocava repolho. Eca, e eu detesto repolho! rs Coisas de grávida! E como gostou de ficar "gordinha"! rs Disse que inchou muito na minha gravidez (a sabedoria popular diz que quando é menina, a mulher engorda mais...comigo funcionou. rs) E detalhe: todos achavam que eu seria menino...rs  Eu até me emocionei, ela conseguiu colocar em palavras sentimentos e fatos. Em um momento ela disse: "Aí, nasceu essa coisinha linda!" e vem meu pai me dizer que sempre cantou "Oh coisinha tão bonitinha do pai" pra mim! rs São fatos que fazem parte da minha história e creio que com o passar dos anos a gente fique mais nostálgico mesmo. É como se esssas lembranças nos aproximassem mais dos nossos familiares, pois de certa forma, eles gostam de lembrar da gente "piquitito" e às vezes perceber o quanto nós mudamos, seja distanciar um pouco daquela imagem que eles tem da gente!

Eu mudei, sim e muito e gostaria de continuar mudando e aprendendo e me "reciclando".E eu só posso AGRADECER por poder comemorar mais um aniversário, cercada de carinho, de pensamentos positivos e  de muita esperança.

Ouvi uma música essa semana do Zeca Baleiro, do Cd Concerto que me tocou e sinto que nesse momento de celebração, ela é adequada. "Abra os braços, respire fundo e corte os laços todos deste mundo com sua imagem e semelhança." 

E aí fica uma questão...


Juiz de Fora, 04 de março de 2011.




"Essential things are invisible to the eyes"





domingo, 27 de fevereiro de 2011

INSTABILIDADE

Por mais que tentemos colocar nossos pensamentos em ordem e discernir o que desejamos e o que acreditamos em certos momentos da nossa vida, muitas vezes nossos pensamentos se confundem e não conseguimos colocá-los em palavras de forma concisa. Isso me ocorre frequentemente. E eis que alguém, em uma conversa completamente despretensiosa, consegue colocar em palavras aquilo que você também crê (pelo menos até aquele momento) de um modo simples. E de repente tudo o que você ouviu passa a ter um sentido complexo e então várias certezas e questionamentos começam a desencadear-se.
Ontem estava em um bar num bate-papo muito descontraído com mais quatro mulheres. Conversávamos sobre vários assuntos (quem já presenciou conversa de mulher sabe como a conversa muda com uma frequência admirável rs).Começamos a falar sobre relacionamentos e os vários eixos temáticos que são transversais em relação a esse assunto. De repente, de uma forma tão natural, uma delas (muito filosófica por sinal rs) diz: *"Enquanto houver desejo haverá esperança"*. "Nooooooossa! Anota agora!" Foi a minha primeira reação..rs e a segunda: PENSAR! Como já disse no meu post anterior, estou vivendo a fase da ARTE DE PENSAR SEM MEDO!
E o que é o DESEJO? E a ESPERANÇA? Então se a gente conseguissse acabar com o desejo, a esperança estaria eliminada e os problemas resolvidos? Hum... Nem deve ser tão simples assim, senão alguém já teria divulgado a fórmula e a gente bem sabe que não tem fórmula pronta, nem caminho determinado. NÃO É ASSIM!
Levando essa "história" de desejo adiante, podemos concluir que ela produz INSTABILIDADE e a mesma que soltou a pérola, me escreveu hoje: "o desejo qdo provoca uma instabilidade (deliciosa por sinal, em vários sentidos) sai de baixo, haja blog para escrever meu bem rss"  E haja blog mesmo! rs
DESEJO = INSTABILIDADE ( e isso meu assusta um pouco! rs)
 Nessa união que torna-se uma interseçao de sentimentos, o que me mobiliza? O que te mobiliza?
Até esse momento, prefiro ficar com uma frase que alguém* escreveu: “Amo com o corpo inteiro, que estremece e me emudece ao falar por si próprio.”

*o crédito é seu! M.B (rs)
Juiz de Fora, 27 de Fevereiro de 2011.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Lado esquerdo

Estava hoje andando apressadamente (como de costume) e de repente me peguei analisando um fato: as pessoas preferem o lado esquerdo da rua!
Essa análise pode parecer banal e foi o segundo pensamento que me ocorreu logo depois de concluir o fato. Como nossa mente é realmente rápida!
Diante da minha conclusão, comecei a questionar o que me levou a ter tal análise. Uma avenida, pessoas apressadas (assim como eu) em uma tarde de sexta-feira e o lado esquerdo?
Realmente essa cena mexeu comigo e nesse momento me ponho a falar sobre o que isso desencadeia em mim. Tenho lido Clarice Lispector, autora que admiro profundamente, e um de seus escritos parece ser adequado (como tudo que Clarice escreve): "Pensar é um ato. Sentir é um fato". 
Então eu sinto! A arte de pensar sem medo! 

Mas voltemos ao assunto em questão que me mobiliza! Será que assim como Drumond escreveu Vai, Carlos! ser gauche na vida", de forma disfarçada, todos querem ser gauches?
Observarei mais daqui em diante se minha conclusão é coerente. Não sei ainda se isso será bom. Provavelmente será frutífero!

Aviso: O MINISTÉRIO DA LITERATURA ADVERTE: LER CLARICE CAUSA A ARTE DE PENSAR SEM RISCOS.

"Mas devo avisar. Às vezes começa-se a brincar de pensar, e eis que inesperadamente o brinquedo é que começa a brincar conosco."
(Clarice Lispector - Aprendendo a viver)


Pauliane Godoy
25 de fevereiro de 2011

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Eterno movimento (tríade da vida)

Eu poderia tentar dizer de várias maneiras quem eu tenho sido durante todos esses anos. Talvez fosse mais fácil apenas dizer que tenho sido alguém que está sempre tentando ser feliz, mas será que apenas isso bastaria para definir alguém tão plural?
Há tempos venho me questionando nessa busca incessante pelo auto-conhecimento. Como uma pergunta tão simples pode ter sentidos tão complexos?
Dizem que ao nos conhecermos conseguimos então definir o que queremos para nós mesmos e desse modo nos tornamos capazes de entender o que nos cerca. Mas será tão simples assim? Como uma pergunta tão simples pode fazer com que eu questione meus princípios, escolhas, crenças e tudo mais? Será essa apenas uma questão muito além do que eu possa entender?
Quanto mais tento me entender, mais me desentendo! Seria hilário se não fosse estranho. Procurei músicas, trechos de livros, autores que admiro, em filmes, se através destes "sinais" pudesse ficar mais claro para mim quem eu realmente sou, mas estas "buscas" parecem ter sido em vão, afinal, nenhuma verdade pode ser absoluta, pois como ser humano sou inconstante! O que eu quero hoje talvez não seja o que eu queira hoje e nem seja o que eu que queira amanhã.
Acredito que desvendar-se é ir além do que possa ser desvendável. Possuímos valores, posturas e crenças definidas pelo o que é socialmente aceitável e na maioria das vezes nos moldamos a partir desse preceitos, mas ser apenas socialmente aceitável é cansativo e devo admitir: pessoas comuns me cansam!
Sou alguém especialmente apaixonada pela vida, que adora estar perto de quem ama. Já me falaram que sou engraçada porque sou meio desligada e às vezes me perco em um mundo que é só meu. Adoro conversar e normalmente quando fico muito calada, as coisas não estão bem. Adoro receber e dar carinho, mimar as pessoas de uma forma única, mostrar aos que amo o quanto os amo. Adoro surpreender aqueles por quem tenho carinho com atitudes que os façam felizes, só para eu poder ver aquele sorriso sincero. Amo observar o jeito das pessoas; a forma de sorrir, o jeito de olhar em diferentes situações, aquele jeito tão particular de falar ou andar...jeitos que tornam as pessoas tão únicas. Adoro sonhar e conquistar! Às vezes nem sei bem o que fazer para conquistar o que quero, mas sei que conseguirei de alguma forma e sou movida por essa fé. Alguns amigos me definem como frenética (rs) mas tenho também meus momentos de solidão, nos quais sempre fico pensando: E agora? Chorona assumida, não tenho medo de demonstar o que sinto. Apesar dos pesares, ainda consigo me emocionar com coisas simples como um sorriso sincero, a solidariedade que algumas pessoas ainda são capazes de demonstrar, o novo dia que  amanhece e as oportunidades que surgem com ele, uma frase que tem o poder de transformar as pessoas...
Viver é descobrir e algumas dessas descobertas me marcaram para sempre. Algumas destas descobertas foram dolorosas, mas de algum modo elas contribuíram para uma Pauliane mais lutadora, objetiva e com certeza, mais independente. E claro, para descobrir-se, é preciso excursionar...internamente e externamente. Conhecer pessoas, lugares e acrescentar isso tudo a mim!
Sou especialmente carinhosa com aqueles que me são queridos e extremamente indiferente com aqueles que me decepcionam. Acredito nas pessoas até que me provem o contrário e odeio quando estas não agem de forma coerente com o que falam. Sei que pode ser considerado um defeito, mas obviamente, tenho vários!
Adoro estar em agradáveis companhias. Uma boa conversa sempre me anima. Bons livros, boa música, assistir ótimos filmes, dançar e às vezes, até o dia amanhecer...Mas também tenho meus momentos completamente intimistas. Amo tirar fotos para registrar momentos especiais, fazer vídeos, montar clipes inesquecíveis e em alguns daqueles momentos intimistas, rever todos os clipes e vídeos e ficar relembrando daqueles momentos que foram tão bons!
É extremamente bom receber mensagens daqueles que amo, ou ser acordada de madrugada com uma ligação daquela pessoa especial; receber aquela carta, escrita a mão, mais do que esperada e ainda sentir aquele friozinho na barriga, tentando advinhar qual será o seu conteúdo. Ouvir mil vezes a mesma música e pensar em algo ou alguém especial, afinal, sempre tem uma música! Cantar debaixo do chuveiro ouvindo aquele cd que me faz pensar em tantas coisas....acordar com os dias da semana todos planejados e ter aquele domingo para poder curtir a cama, sentindo o cheiro do meu travesseiro e não ter absolutamente nada planejado. É especialmente bom quando fico pensando em como será minha vida daqui a alguns anos. Às vezes bate um medo, mas então percebo que ainda tenho tanta coisa para aprender...
É engraçado como reencontrar "velhos" e eternos amigos pode ser tão revelador, pois eles me fazem perceber como é bom às vezes estar errada, contrariando assim meus velhos conceitos.
Adoro ter aquele dia de inspiração e escrever para tentar compartilhar os meus sentimentos mais profundos. Na maioria das vezes esses escritos me frustam por me fazerem perceber que eu não tenho o talento dos escritores (as) que admiro. Mas e daí? É gostoso poder rir de mim mesma! Igualmente prazeroso é reler velhas cartas de uma época tão especial ou reler antigos diários e perceber que muita coisa mudou (ainda bem) e ter certeza que muitas coisas ainda mudarão. E quer saber? Eu não me culpo por não saber definir exatamente quem eu sou, porque na realidade eu não sou, mas estou e esta é para mim a grande mágica da vida: não ser, mas estar...

Pauliane Godoy
20 de fevereiro de 2011.


Triskle













quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Espera

Vivemos sempre em compasso de espera. Esperamos o dia que tudo será melhor, porém há dias em que simplesmente a espera passa a ter um novo compasso; a espera pelo fim do dia. Todos temos aqueles dias que uma dor chega e se apossa de nós . E hoje estou vivendo um desses dias.
Costumam dizer que a dor traz ensinamentos, mas não é bom sentir-se assim, tão fora de controle. Talvez se "perder" seja bom, mas se perder de forma consciente, quando realmente desejamos nos deixar fora de controle e não nos preocuparmos com o nosso auto-controle para que possamos viver novas experiências.
Tenho me questionado e percebo que sou muito preocupada com o "controle".Será que eu tento controlar até meus sentimentos?
Passar por alguns desse dias down de algum modo são parte da vida e talvez eu deveria aceitá-los de forma mais tranquila, porém não é bom sentir que várias coisas não são da forma como eu gostaria e apesar de muito tentar, não adianta só isso, pelo menos até então.
Em dias assim, me sinto meio perdida e qualquer música, frase ou cenas cotidianas me fazem lembrar pessoas que ainda permanecem em mim, apesar não de estarem por perto, lugares em que estive e me fizeram uma Pauliane diferente, pois em cada um desses lugares nos quais estive e com cada uma dessas pessoas que conheci e convivi  fui uma Pauliane distinta. Em momentos assim, me descubro multifacetada e  a "sullen girl"  faz parte dessas multi formas de ser e agir. Percebo que talvez deveria respeitar mais essa parte de mim. Vivemos tão preocupados em sermos FELIZES que não aceitamos que estar triste, com saudade, com vontade de chorar, também são estados NORMAIS. Deveria aceitar que esses estados fazem parte de mim e que a longo prazo talvez possam contribuir para que eu me torne uma pessoa diferente; talvez mais reflexiva e que consiga me aceitar melhor.
 "O que você tem? Está tão triste hoje!" Essa frase sempre parece vir com um ar de repreensão. "O que? Como você pode estar assim?" Atenção, o alarme foi disparado.Parece que é PROIBIDO SOFRER, CHORAR, FICAR/ESTAR TRISTE, SENTIR SAUDADE. Essa é a mensagem que recebemos de forma direta e indireta e me sinto como se estivesse sempre me "adestrando" para não me sentir assim.
Eu sei que vai passar, sei que não vai ser asssim sempre, pois eu não sou assim, mas vou me dar o direito de poder chorar por motivos banais (talvez para você), me entristecer, querer escutar Fiona Apple repetitivamente, rever cenas mentalmente, me arrepender, lutar contrar minhas próprias escolhas, questionar o destino e até às vezes Deus ( sei que ELE me perdoa)  e ainda  me reservar o direito de jogar a culpa na TPM. Pelo menos como mulher, posso jogar a cupla na TPM uma vez no mês e todos irão me entender....porém COMPREENDER...isso às vezes nem eu!

Pauliane Godoy

Juiz de Fora, 16 de fevereiro de 2011.


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Felicidade Realista

 Estou lendo um livro de crônicas da Martha Medeiros (Montanha Russa) desde a última viagem que fiz para Paraty e uma das crônicas em particular mexeu muito comigo. Lembro exatamente onde estava quando a li. Estava sentada em uma praia bem isolada e não havia quase ninguém. Ao ler a crônica Felicidade Realista, senti as palavras penetrarem fundo em mim.Fiquei com essa sensação durante a viagem toda e quis colocar em prática aquelas palavras de tanta profundidade. Creio que a crônica tinha tudo a ver com o momento que estava passando...viajando sozinha e me excursionando...tentando me ajeitar internamente e refletindo sobre alguns acontecimento da minha vida, que naquele momento eram muito especiais. Estava vivendo uma experiência afetiva e de descoberta e acabei me encontrando nessa crônica. 
Depois que voltei, continuei lendo o livro, mas acabei me "esquecendo" daquela crônica que tanto havia sido importante. Então hoje, estava relendo algumas crônicas do livro e me deparei novamente com ela. Foi uma sensação muito boa. Parecia uma criança que tinha achado algo que estava procurando havia tempo. Foi e creio que sempre será muito importante reler essas palavras, pois elas dizem bastante de mim nesse momento de minha vida.
Deliciem-se com Felicidade Realista, que erroneamente, é vinculada na internet como um texto de Mário Quintana.

Juiz de Fora, 13 de fevereiro de 2011.



FELICIDADE REALISTA

De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares? Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com três maridos, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.
Martha Medeiros

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Urgência

Entretanto e entre tantos me encontrei.
Apesar dos "apesares" me permiti 
e inesperadamente me descobri
assim...ah, não!
Embora não possa definir
toda via me alcança.
Todavia, eu não queria ter que me decidir!

Nos contrastes desse urgência
vou me surpreendendo e me suportando.

Pauliane Godoy - 07 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O que eu sinto e o que me faz sentir

É interessante como pequenos detalhes me fazem SENTIR. Hoje me peguei pensando como essa palavra é tão bela e que várias vezes passou de forma tão despretensiosa em meu vocabulário.Apesar de utilizá-la, talvez não tivesse percebido sua grandiosidade.E então ela torna-se algo tão siginficativo ao me deparar com um sorriso, mas não um sorriso qualquer....um sorriso espontâneo, verdadeiro que veio de uma "pessoinha" de apenas 4 meses: o Heitor, filho da minha amiga-irmã Margarida. Logo, o considero meu sobrinho.rs
Vê-lo me tocou de várias formas, mas principalmente perceber a felicidade em sua forma mais espontânea. Fatos simples, como tomar um  banho, para ele torna-se diversão, aventura e sua banheira transforma-se em seu pequeno universo.
Eu senti...e me deixei sentir! 
E então, me pego analisando que em inglês o verbo sentir é feel e que o passado do verbo cair é fell...apenas uma mudança de letras, coisa sutil, muda todo o seu significado. Ou será que há entre essas palavras algo que as una? 
Talvez para SENTIR deveríamos nos deixar "CAIR"...no momento, na situação, realmente se entregar à essa grande "teia" que a vida nos envolve e se permitir cair, cair, cair e sentir, sentir, sentir e fazer-se SENTIR..experimentar e experenciar as emoções em sua mais pura FORMA com SENSIBILIDADE e por que não com um ar de aventura, mágica e sinceridade,como o pequeno Heitor? Seus olhos curiosos e sinceros me disseram algo, de uma forma muito particular e eu me deixei CAIR e SENTIR!
O grande poeta Fernando Pessoa já dizia: "Sentir é criar. Sentir é pensar sem ideias, e por isso sentir é compreender, visto que o universo não tem ideias."

So, FELL AND FEEL

Pauliane Godoy 
27/01/2011

 Homenagem para minha amiga Margarida


Pequeno Heitor...


domingo, 23 de janeiro de 2011

Aprendemos na incerteza...tire suas próprias conclusões

Aprendemos na incerteza

Texto do meu livro Aprendendo a viver. 4ª ed. São Paulo: Paulinas, 2008, p.33-35.
Queremos ter certezas e vivemos sempre na incerteza. Buscamos verdades absolutas e percebemos que tudo muda, é relativo, que tem ângulos. É doloroso constatar nossa ignorância fundamental.
Somos como uma lancha no meio de um oceano: temos de decidir o rumo com poucos instrumentos de navegação; conhecemos alguns “macetes”, temos algumas experiências consolidadas, mas há uma grande margem de insegurança em cada opção, em qualquer campo, em qualquer momento. Não temos garantias definitivas. Temos algumas certezas e muitas incertezas.
De tudo, de qualquer situação, leitura ou pessoa podemos extrair alguma informação, experiência que pode nos ajudar a ampliar o nosso conhecimento, seja para confirmar o que já sabemos, seja para rejeitar determinadas visões de mundo ou para modificar o seu enfoque.
Viver é ir aprendendo a decidir da forma mais tranqüila possível entre mil possibilidades, que na sua grande maioria não se realizarão. É ir escolhendo e renunciando; ir avaliando e, ao mesmo tempo, reconhecendo que nunca temos a certeza das decisões, porque não temos a experiência do que aconteceria com as outras escolhas que deixamos de lado.
Viver é buscar permanentemente o sentido que se constrói no dia-a-dia,
nas pequenas decisões. Sentido que vai revelando seu desenho em alguns momentos marcantes ou quando conseguimos enxergar mais do alto, momento em que obtemos uma perspectiva mais abrangente.
Esses momentos são fortes e nos ajudam a tentar ampliar os significados ocultos do cotidiano, quando tudo parece tão banal e repetitivo.
  • Podemos aprender a desvendar, a compreender e a aceitar os caminhos que já percorremos. Aprender a compreender e a aceitar as escolhas atuais, a permanente dúvida de estar acertando nas decisões, a incerteza do que deixamos de lado, do que poderíamos ter sido, ter feito, ter tentado. Equilibrar a manutenção de uma estrutura básica constante e de inúmeras pequenas escolhas novas, que acrescentam riqueza ao nosso presente, mas também trazem tensões e inseguranças.
  • Podemos aprender a compreender que, ao viver entre a segurança do já conhecido e a insegurança do novo, estaremos sempre abrindo novas perspectivas. E isso implica ganhos e perdas, envolve ampliação do nosso repertório e possível perda de síntese, gera dúvidas quanto a que decisões serão as melhores.
  • Podemos aprender a aceitar o fato de que viver é uma permanente prática de escolhas, de ganhos, de renúncias, de acertos e de erros, com os quais vamos construindo nosso mosaico, nosso caminho. E aceitar a precariedade de descobrir o que é permanente nas escolhas provisórias.
  • Podemos aprender a confiar em nós, quando estamos no meio de ondas gigantescas que nos jogam para todos os lados, principalmente para o chão, quando nos sentimos sacudidos por todas as partes, desorientado, sem saber para onde ir.

Somos tentados, com freqüência, a “mudar”, a “sair dos nossos trilhos”, escolhendo de forma radical o oposto do que fazemos. É difícil avaliar se são alternativas de mudança ou fugas. Há mudanças que nos ajudam a crescer e outras que nos tiram de nosso eixo.
Muitas pessoas, diante da confusão e incerteza das escolhas, optam por “viver o momento”, por “não pensar”, por “curtir a vida”. Transformam seus dias em um agito permanente, em uma movimentação feérica  atrás de gratificações contínuas. Mas percebe-se, numa análise mais profunda, que essa opção não é fruto de escolhas conscientes, mas de uma atitude fundamentalmente desesperada diante da vida. Correm para não terem que se enfrentar. Correm, porque intimamente não aceitam a si mesmas, não se gostam.
Aprendemos a viver quando navegamos na incerteza e, ao mesmo tempo, confiamos na nossa bússola, procuramos aprimorá-la e não punimos a nós mesmos por erros de pilotagem, mas, ao contrário, aprendemos com eles. Se equilibrarmos a incerteza e a confiança, encontraremos nossos melhores caminhos.
Viver significa estar de olhos abertos, aceitar-se, enfrentar decisões contraditórias e ir verificando se no todo estamos crescendo em paz e em relação. É constatar se, mesmo em situações não ideais, precárias, nós nos aceitamos melhor, se avançamos na compreensão de nós mesmos e do que nos rodeia, e se nos sentimos mais confiantes.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A BUSCA

Estamos diariamente em BUSCA...em busca, buscando, buscar? Procuramos algo que não sabemos e essa tal busca se torna algo tão forte que chega a ser angustiante.
Percebo que quanto mais eu quero respostas eu acabo me perdendo em mais perguntas e essas levam a mais e mais questionamentos. E aí, me perco na minha busca e nesse labirinto eu tento me achar...e volto a me perder e de repente, eu me acho.
Será??? rs

Nessas minhas buscas venho tentando me encontrar em livros, músicas, poesias, histórias, coisas que possam me ajudar a me entender um pouco mais.
E se talvez eu já tiver me encontrado e ainda não percebi?????
Hummmmm...mais questionamentos e menos respostas? rs


Essa poesia faz um grande sentido nesse momento: Obrigada!

A Busca

A Busca Cessou;
O Agito Acalmou;
A Tensão se Dissipou;
A Paz se Restaurou;
No Agora, Simplesmente Sou.

Autor: Saulo Nagamori Fong e Equipe

sábado, 1 de janeiro de 2011

"Deve haver na vida algo além de tudo possuir."

E com essa frase 2011 chegou...de seu jeito..jeitinho bastante especial.

Fizemos uma dinâmica na virada do ano...o jogo das frases e essa foi a frase que tirei.
Naquele momento tão especial, foi muito importante ter algo tão significativo para refletir. As minhas reflexões foram profundas e guiadas à luz de um momento de mudanças e esperança de novas projeções.

Pensando nessa frase, eu desejo que eu consiga me importar com os momentos especiais e que estes sejam cada vez mais especiais para mim, valorizar as coisas mais importante e não importar com o pessimismo e a ansiedade, sentimentos que às vezes me assolam de forma não tão consciente, mas é preciso ter mais controle.... 

EU QUERO POSSUIR O PRESENTE!!!! QUE POR SI SÓ JÁ É MUITO SIGNIFICATIVO.
BEM VINDO 2011...PODE INVADIR!!! 

 Árvore de pedidos