quinta-feira, 3 de julho de 2014

Ufa!!!

 Nós mulheres , apesar das várias revoluções que causamos e conquistamos,  nos preocupamos por estar na faixa dos 30's e ainda não ter um noivo ou até mesmo um namorado (claro, nem todas, mas trato aqui da maioria). O sonho de casar parece ir ficando cada vez mais distante e mais difícil. Aí a gente anda pela rua e observa em momentos sociais da vida várias outras com namorado, noivo e marido e a gente pensa: "Será que tem cursinho para isso?" rs Pois é...dizem que não, mas tenho lá minhas dúvidas! Não há terapia que dê jeito! rs 

A vida vai dando um help pra gente! Ouvir músicas, ver filmes ou até mesmo ler são atividades culturais que podem nos ajudar, acredite! No filme da Mônica Marteli (Os homens são de Marte e é para lá que eu vou) é muito bacana ao lidar com esse assunto de forma tão cômica e realista! Atire a primeira pedra quem não pensou a mesma coisa que ela (Eu não vou....imagina, assim de primeira...Nem conheço o cara!) ao estar em um encontro mais "acalorado" rs E além disso, várias coisas típicas da vida de solteira (tô sentindo que agora vai...) Mas não vai! E se apaixonas e já pensa no nome dos filhos...aí se decepciona, leva bolo, chora, faz simpatia, levanta a cabeça e dá a volta por cima, decide não querer se apaixonar novamente, se apaixona apesar de dizer que não tava nem aí, decepciona mais uma vez, pede conselho para amigas, analisa cada linha das mensagens recebidas, fica analisando o que disse e o que fez....AI, QUE CANSEIRA e quando já não havia mais esperança....UFA!!! No final do filme ela casa com o lindo do Marcos Palmeiras (ehhhhhhhh). Me perdoe se arruinei o final do filme para você! Sorry!

E aí a gente lê uns textos como esse do Hugo Rodrigues que escreve para o site "Entenda os homens" e dá até um alívio!  Confere o texto dele aí abaixo. É um cara falando disso, mas claro, de forma diferente! Ás vezes os votos perfeitos são uma aliança invisível! E pode ficar calma. Vai acontecer! E não é com aquele papo de "quando menos você espera..." porque essa frase é boa para quem já se resolveu, mas na vida de solteira e ainda esperando por AQUELE amor isso não funciona! 

Acho que na verdade é um esperar mas sem esperar, entende? Mas se ainda não entendeu uma hora você também vai chegar nesse lugar! Pode respirar e dá Ufa! Ainda há esperança. Na verdade, sempre há esperança!


Votos perfeitos de uma aliança sem planos

Tá frio. Tá chovendo. O café está no fim. Preciso de um livro, de uma esposa, de um jogo na TV ou amendoins torrados vestidos naquele cone amarelo. Ela diz que não gosta de café, de jogos, nem de amendoins. Mas, sorrindo, deixa no ar que precisa de um marido. Ouço Bruce Springsteen e procuro escrever algo legal para curar esse tempo. 15h30 e a inspiração vêm com ventos gélidos e buzinas de taxis cariocas.
Ela senta ao meu lado. Fala algo interrompendo minha escrita. Eu a olho e, em silêncio, ela já percebe que deve estar em silêncio também. Sorri novamente, tenta ler meus garranchos e me pede para descrevê-la de uma forma bonita. Eu rio. Ela – morena com olhos redondos – sente ciúmes dos meus textos sobre loiras e olhos pequenos. Diz que tem alergia à minha barba e me pede para fazê-la se eu quiser beijá-la. Eu respondo, sarcasticamente, que ela fica linda com o queixo avermelhado por meus pêlos faciais. Ela ri e me dá um tapa no ombro esquerdo.
Volto a escrever. Ela se levanta e passeia pela casa com meu antigo short de futebol e com meu casaco listrado. Busca algo na geladeira e encontra água. Pergunta se tem algum suco, mas eu não respondo. Procura algo para comer e encontra uma pizza de calabresa de sábado. Ela pergunta se há alguma outra coisa, mas eu não respondo.
Ela volta à sala e, antes de falar, me olha e pára ao me ver concentrado na escrita. Barba mal feita, óculos e uma calça velha que ela adora quando eu visto. Sem ela perceber, vejo-a me olhando com um par de olhos brilhantes e um sorriso de canto de boca. Lembro dela falar que fico sexy quando estou concentrado e, então, perco a concentração.
Olho-a e pergunto se falou alguma coisa. Ela diz que não. E continua me olhando. Eu a fito os olhos e largo a caneta. Ela me pergunta se eu acabei. Eu digo que não. Levanto-me e, sorrindo, pergunto se ela quer casar comigo. Ela não acredita, mas aceita. Mas diz que eu preciso caprichar no pedido e que querpresentes especiais para o matrimônio. Nos beijamos.
Acendo um incenso e já não quero mais escrever. Quero ficar ali, tirando fotos dela com a mente enquanto nosso casamento acontece. 12° andar, pisos de madeira e uma janela aberta. Nossa igreja de nós, tendo a ilustre presença de Bukowski, Pessoa, Rimbaud, Thoreau, Fante, Kerouac, entre tantos outros como testemunhas e convidados da nossa união. Nos beijamos e acertamos que até a morte nos separe. Ou até a gente não rir mais um do outro. Ou até a família dela intervir. Ou até a minha ex me balançar mais do que a ponte em dias de temporal. Ou até eu deixar de fazer a barba. E nos beijamos novamente como votos perfeitos de uma aliança sem planos.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Aquela música!!!

Graças àqueles que inventaram a música!!! Como é bom você se sentir mais vivo ao escutar faixas que te expressam ou que conseguem traduzir o que você está sentindo naquele exato momento.
Há tempos eu não ouvia os meus cds do Jay Vaquer. Para quem não conhece, vale muito a pena conhecer. É um cantor/autor incrível! 
Em especial gosto muito do 2º cd dele chamado Vendo a mim mesmo. É um cd espetacular com música boa e letras fabulosas!
Hoje eu resolvi escutá-lo no computador enquanto fazia minhas coisas na net. Uau! Como foi revigorante ouvir aquelas músicas novamente!! Em especial duas: Aquela música e Por nada e por ninguém! As duas tem melodias tocantes e letras de tirar a respiração!!!
Não que eu esteja apaixonadinha nem nada..mas essas músicas me fizeram lembrar de uma época, há seis anos quando eu estava sim apaixonadinha!!! Ao ouví-las parecia que eu podia lembrar o que tinha sentindo aquele tempão atrás. Como é mágico!
A primeira fala de uma música especial para o casal e para ser música boa tem que ter uma dorzinha de cotovelo, né? Provavelmente o love terminou e quando ele escuta a tal música, ainda lembra da amada ou talvez do amado...vai saber! rs Enfim....é aquela música!!!

"Tocava aquela musica
Que era a nossa cara
Quis saber como vc estava
Senti a sua falta
Bem que vc podia me ligar

Como vai?
que tem feito?
Disfarçaria para não dar nenhuma bandeira
Pra Fingir que tá tudo certo
Que a minha vida continua da mesma maneira
Mas o tempo que era tão pouco
Com você por perto
E agora um deserto
Já sei que as flores de plasico não vivem."

Fala sério! Quando você termina e ainda gosta do sujeito ou da sujeita, quando ouve aquela música especial ainda não suspira? Mega fato!!! Fodástica essa música!!!


A segunda é linda também! Nesse caso o casalzinho deve ter passado por alguma D.R e está avaliando se vale a pena continuar ou não. Aí a pessoa vai vendo que à primeira vista eram tantas coisas e tal, mas que depois desse tempo hoje não a troca por nada nem por ninguém.Não é meigo??? Cute, cute!!

"A primeira vista
Há de me deixar confuso
Com esse seu olhar difuso
De quem não presta atenção
A primeira vista
Todo risco é ameaça
E o medo que a gente passa
Cimenta os pés no chão
A primeira vista
Dois joelhos machucados
Te redimem dos pecados
Se usados pra rezar
A primeira vista
Tudo esta no lugar certo
Mas a praia é um deserto
Cravado na beira-mar
A primeira vista
Eram só coincidências
Uns amigos em comum
E uma vibração do bem
Se ontem não te dei valor nenhum
Hoje não te troco por ninguém
A primeira vista
Cada linha do poema
É a verdade suprema
Só porque esta no papel
A primeira vista
Deve haver uma saída
E que seja nessa vida
Sei lá se há vida no céu
A primeira vista
Ela é moça direita
Nunca levantou suspeita
Mas à mim não enganou
A primeira vista
A noite é o fim do dia
Eu acho que eu deveria
Dormir, mas eu nem vou
A primeira vista
Eram só coincidências
Uns amigos em comum
E uma vibração do bem
Se ontem não te dei valor nenhum
Hoje não te troco por ninguém."

Aiiiiiiii, amo essas músicas e acho que você iria gostar muito também se pudesse apreciar as obras do Jay Vaquer!!! 
Fica a dica!




domingo, 8 de junho de 2014

5 minutos

E depois de tantos anos de longe te vi. Há tempos estou aqui em silêncio.Lá estava você, diferente,  um jeito mais adulto de ser. Mas aquele teu sorriso bobo permanecia no rosto, do mesmo jeito que vi pela última vez e a paradinha com a mão na cintura era a mesma. Mil coisas se passaram pela minha mente em um período tão curto. Os cinco minutos mais criativos que já tive. Um frio na barriga, um pensamento de “Putz, nem me arrumei!” Ajeitei o cabelo e passei um batom. Lembrei de todas as vezes que você me fez sorrir com brincadeiras que eu nunca entendi muito bem, as mensagens com coisas indecifráveis e o famoso "pods krer"...se bem que nem lembro se era assim que escrevia. 

Mas não foi apenas ali que lembrei de você.  "Será que a sorte virá no realejo?/ ou talvez num beijo teu que me empreste alegria, que me faça juntar todo resto do dia..." Lembro de você a tocando para mim no violão em uma manhã mal dormida...mas pra que dormir quando eu estava com você?
E os sonhos que você andou invadindo? Mas eu gostava dessa visita. Apesar desse tempo todo sem te ver, a gente andava se esbarrando por aí de uma forma mais alternativa. Boa o bastante para fazer com que eu ficasse repassando as cenas na minha cabeça e escrevendo no meu diário que até hoje ainda tem lugar para você! Você me ofereceu experiências, peculiariedades, vivências, sorrisos, cócegas com respiração quente, beijos daqueles com suspeita de saudade e alguns orgasmos!
E naqueles cinco minutos te olhando passou pela minha cabeça outra trilha sonora diferente do que estava tocando na vida real. Durante aqueles cinco minutos eu fui abduzida para um mundo que é só meu: "Tocava aquela música que era nossa cara quis saber como você estava, senti a sua falta..bem que você podia me ligar! Como vai? O que tem feito? Disfarçaria pra não dar nenhuma bandeira, pra fingir que tá tudo certo, que minha vida continua da mesma maneira. Mas o tempo que era tão pouco com você por perto agora um deserto. Já sei que as flores de plástico não vivem!"
Então a Alana Davis invadiu o meu espaço e me lembrou que " (...)On my own it's no fun to roam /I've got to find me someone to be around /When all these blues get me down /Maybe you've got the time /Maybe you'll share yourself with me /I don't need to call you mine/Just like you, babe I need to be free /And just like you, babe I need to be me /Just like you, baby I would be so easy to love..."

Por que eu deixei você ir mesmo? Não importa mais, não é mesmo? Passou. Também tentei outras vezes, mas o rumos da vida não permitiram. Escolhas. Se eu pudesse escolher eu queria ter superado. Houve outros, claro! Alguns que foram importantes, outros nem tanto. Quando a gente se descobre percebe quanto tempo perdeu tentando descobrir os outros.  E eu até já te pedi conselhos de "menino" e você me ajudou, mas ainda há algo que eu não consigo entender, apenas sentir. Será que por causa desse conselho você achou que eu não me interessava mais por você? Seria mais fácil, mas não...eu ainda me importo. Não direi infelizmente, porque apesar de ser um "jogo" de sorte que pode ser arriscado, é muito gostoso sentir esse sentimento tão vivo. Talvez adormecido, até em função do tempo, mas saber que ele está lá. Guardado em um lugar muito especial e que a cada sonho, "reencontro" ou lembrança ele volta de um modo muito significativo e único. Já me julguei uma idiota por isso, por dar bandeira, mas eu não sei os rumos que podem me levar ao caminho que eu desejo. Podem ser caminhos mais tortuosos, mas por que não sentir e se permitir sentir? Há um tempo te enviei um texto da Martha Medeiros e você disse que havia gostado. Eu o acho muito especial e se relaciona a  se permitir. E eu me permito sentir isso por você! Eu quero mais:mais proatividade, mais aventura, mais certeza, mais desejos, mais fantasias, mais sacanagem, mais vidros embaçados, mais paredes e menos obstáculos. Atreva-se comigo!


“Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem. Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre. Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto? A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa. Ser feliz por nada talvez seja isso."

Hoje eu fiquei feliz: feliz pela troca de olhar...aquele olhar, pelo sorriso que tanto me encantou naquela boate há 6 anos. Nossa! Quanto tempo! Mas a saudade tem seu charme, pois quanto maiores forem nossas lutas diárias e os pedágios que pagamos, maiores serão nossas saudades! Quero te conquistar com companherismo, cumplicidade, amor e sacanagem! Pode ser que a gente só precise de beijos no escuro, abraços apertados e cochilos no banco traseiro do carro.
Então que tal? Eu, você e o mundo...o ménage ideal!
Quando o meu sorriso vira consequência do seu isso me anima!
Pauliane Godoy - 08/06/14

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Nessas linhas você descobrirá o que precisa saber antes de morar em mim!
Fellipe Rocha
Se os meus olhos são as janelas da minha alma, minha boca é a porta e, o beijo que acabo de te dar – a chave. Peço que repare na bagunça e pense, pense muito bem antes de entrar. A casa é pequena, mas comporta muitas coisas. Os cômodos do meu coração estão abarrotados de tentativas, repletos de receios, e guardam pilhas intermináveis das minhas mais vulneráveis expectativas.
Agora me responda: Tem certeza que quer entrar? Se a resposta for positiva, peço que entre comcalma. Na sala do meu coração você encontrará centenas de filmes, que me fizeram rir e chorar – no abrigo de outros braços. Músicas que embalaram altos e baixos – com outros amores. Muitas fotos de viagens que fiz e coisas que quis, mas que hoje não passam de antigos e distantes rumores.
Na cozinha você sentirá o cheiro de muitos jantares. Temperos que eu costumava adorar e hoje já não posso suportar. Velas apagadas pela ação implacável do tempo. Talheres que alimentaram outras bocas e taças que embriagaram outros corpos.
Meu banheiro exala o cheiro de tantos perfumes, sabonetes e loções – quanto de decepções. Fios de cabelos distintos entopem o ralo do esgoto, enquanto escovas de dente diversas ocupam o chão. A água do meu chuveiro já lavou outros suores e o espelho sobre a pia já refletiu dias melhores.

O quarto do meu coração é o cômodo mais bagunçado, guarda tantas lembranças boas – quanto amores dilacerados. Nele você encontrará todo o prazer que dei e recebi. Todas as lágrimas que derramei e todas as alegrias que senti. Vários livros de cabeceira. Roupas por todos os lados. Noites em que fui feliz, e outras em que desejei dormir e nunca mais ter acordado.

Agora preciso que me diga: Tem certeza que quer continuar? Sim? Então caminhe até o quintal. Lá você verá quem fui e quem sou. Os espinhos que colhi, quando flores plantei e os fracassos que colhi – quando esperanças semeei. Mas verá também um pedaço de terra fértil, que resistiu bravamente e, anda precisando – urgentemente – de água, adubo, calor e amor.
Agora me responda com toda a sinceridade que reside em ti: Deseja assumir a responsabilidade de revitalizar a minha horta? Quer me ajudar a varrer o chão, lavar os pratos e pintar as paredes? Está disponível para me auxiliar na troca dos móveis e com a nova decoração? Carregará comigo todo o lixo para fora? Quer – do fundo do seu coração – habitar o meu?
Sim? Perfeito, cuide bem de tudo – a casa agora também é sua.


domingo, 1 de junho de 2014

Les deux côtes

Pauliane Godoy

 Ça était une jour normal pour ella dans le hospital. Elle était un bon psychologue. Son travail a été reconnu dans la petite ville qu’elle est habité.
Caleen a 33 ans et sa famille est Patrick (le marid) et Hector (le fils). Elle est une femme heuresse, haut-parleur et compliqué (comme tout les femmes). Il ne est pas trés facile de descrevir Caleen solement comme ça, mais est très important de dire qu’elle est très profissionnel et extremament concerné et intéressé pour ses patients.
Dans d’autre côté de Avignon, Cecille prendre le petit déjeuner l’appartement dans la rue Route de Lyon. Il est marié aussi, mais ne est pas content. En fait, elle a été considérée comme bipolaire. Elle était dans un traitement, mais voulait changer de psychologue. Récemment elle était decide de se suicide. C’était une idée trés appellant. Sur 20 octobre elle a decidé de faire ça. Elle a prende beaucoup remedes. Quand elle était encountre elle était apporté au hospital oú Caleen travaille.
Pour Caleen était très evident que Cecille a eu une crise. Elle a venu à la chambre de Cecille pour la questionner si elle était sur traitement psychologique. La patiente a répondu que oui et que son nom était René Boudy mais qu’elle n’était pas plus intéresser d’être son patient. Caleen le connu. Ils ont étudié ensemble. C’ était bon parce qu’elle pourrait le contacter et parler sur Cecille. Et Caleen a fait justament ça.  Elle a appelé René et a demandé a lui sur Cecille. René a été très utile et a répondu a tout les questions et a donné des informations importantes sur l'histoire de Cecille et médicament. Il a suggéré um nouveau médicament très moderne, mais comme Cecille n’était pluis son patient...
Caleen a decidé recevoir Cecille comme sa patient. Quelque chose à Cecille était mystérieux et Caleen aimait les défis.
Tout le semaine ils se sont retrouvés deux fois au moins. Cecille a ecouté l’histoire de Cecille et comme aujourd'hui elle était triste avec sa vie. Alors, la psychologue a decidé de prescrire le nouveau médicament que René a dit. Abblax était três moderne pour traiter lés patient de bipolarité. Comme tout les medicaments, il y avait certains effets secondaires.
Cecille a commencé à prendre Abblax et les effets secondaires ont apparu, mais elle a decidé de ne reporter pas parce que elle pensait que les avantages étaient supérieurs. Comme un effet secoundaire, elle a eu quelques épisodes de somnambulisme. Parfois elle a même prepare le repars. Il était comme ça pour 1 mois quand son mari a decide de chercher Caleen pour la dire sur le somnambulisme.
Caleen ne comprenait pas porquoi elle avait caché ça et a decide changer le médicament, mais Cecille soutenait que le medicament était super et que elle ne voulait pas changer. Peut-être elle pourrait diminuer dosage. Caleen a decidé pour faire ça. Mais avec la condition de la raporter si le somnambulism apparu encore.
La même nuit une tragédie s'était passé. Le somnambulism apparu encore et elle était dans la cuisine. Elle était en train de piqûre legumes quand son mari est levé surprise et a demandé Cecille pour retourner au lit. Mas quand elle était comme ça, elle ne ecouté pas. Comme elle était en transe, Pierre s’approchait et a essayé de la réveiller et justament comme ça elle instinctivement  lui poignarder. Une catastrophe! Mais comme elle dormait elle ne savait pas ce qui s'était passé. Le matin, quand elle avait vu son marie mort c’était un cauchemar!  La police et les pompiers étaient là. Le inspecteur a vu Abblax et a demandé qui avait prescript. Cecille a repondu que sa psychologue était Caleen Dupont.
Caleen était dans le hôpital quand a recevu l’appel du inspecteur Rafik. Il a dit ce qui s'était passé à son patient Cecille. Caleen a été horrifiée. Rafik voulait lui parler. Elle craignait mais était important pour aider, particulièrement Cecille.
Callen a dit le inspecteur tout sur Cecille, mais elle a été interrogée sur la prescriton de Abblax et les effets secondaires. En effet il y avait episodes, mais elle ne avait pas rapporter les effets et seulement le jour precedent elle savait sur somnambulisme. Le inspecteur a précisé que quelqu'un serait coupable: elle ou Cecille.
Les nouvelles ont se propagé par les médias très vite. Dès de ça, Callen a été préoccupé.  La presse voulait des explications pour le cas. Sa réputation a été secoué. Elle a chercé René et il a dit qu’elle avait été peu prudent sur le somnambulism episodes. Caleen a questioné si il savait ce et porquoi il ne a dit pas. René a repondu que elle était le reponsable pour le patient et que ça était sa responsabilité. Mais Callen ne compris pas porquoi René a insiste avec elle pour prescrire Abblax. Il avait envoyé email, a appelé insistement... tout était étrange!
Au cours du procès, Cecille a été acquittée et était destinée à aller dans une clinique psychiatrique. Elle a resisté, mais Callen a convaincu. Maintenant ella ne était pas responsible pour Cecille.
Comme sa carrier était secoué, elle n’avait pas patient pour attendre. Elle a decidé de decouvrir la connexion entre Cecille, René et Abblax. Ce serait la opportunité pour restaurer sa profession.
Cecille avait um ami dans l’industrie pharmaceutique. Antonie serait très utile pour aider a decouvrir quelque chose. Antonie a reporte qui avec le chute des ventes  du Abblax, le concurrent Semieux a triplé ventes. Ce pourrait normal, mais le plus étrange: le responsable de la recherche avec Semieux et directeur en chef de l'entreprise était précisément René Boudy. Ç’était comme une pierre sur la tête de Caleen.
Caleen a décidé de rechercher la famille de Cecille. Ivrea n’est pas un nom de famille très commum dans Avignon et maintenant qu’elle a réaliser que pendant le procès sa famille n’était pas là. Aprés beaucoup de recherches, elle a trouvé la famille de Cecille. Sa nom n’était pas voulu dans leur maison. La mére de Cecille a dit que dés que Cecille était petit elle n’était pas un bonne personne. Ils ne la voyaient pas depuis qu'elle avait 16 ans quand elle a fuité avec un condamné et que elle a toujours menti. Caleen a demande s'ils savaient de l'assassiner et le procès et ils ont repondé que oui mais ils étaient certain que elle a menti.
Les pièces s'imbriquent, Caleen a pensé! Cecille et René avaient faire probablement un accord. La insistance de René et la persistence de Cecille pour continuer avec Abblax était un plan. Assuremént elle n’avait pas pris le medicament! Étaient-ils amoureux?
Temps d’agir! Elle a decidé de faire un double jeu avec leur. Callen irait a la clinic et diraient a Cecille que René avait dit tout a elle et que en effet René était amant de Caleen avant de la recontrer. Et tout était un plan et qu’elle était tombé. Maintenant René payés en clinique pour la dopé avec different medicaments! Le meme jour Caleen a été dans la clinic de René et a dit le même chose, que elle et Cecille étaient amants et que Cecille pourrat dire la presse que René avait prendre sa maladie et fragilité pour assassiner son mari et gagner argent avec la vente de Semieux. Le jue était prêt.
Caleen a averti Rafik tout la histoire et ils ont decidé de utiliser eucouté pendant le reunion qu’elle pourrait promouvoir entre ils. Tout était prépare.
Le lendemain ils étaient tout dans la clinic que Cecille était. Le detective a arrivé après avec les police. Comme était attendu, quand les dois étaient devant uns des autres, le cirque a commencé. Ils ont révélé tous…Quand René a ouvert la porte, les police leur arrêté.
La press a demande Caleen tout sur la histoire et enfin sa carrier! Elle était très heureuse pour faire ça et depuis ça elle était on vacances avec sa famille et aujourd’hui elle est chercheur pour une entreprise très respecté.

Comme on dit, tout les histories ont deux côte!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Virada no Jiraya!



Cacetada, fiz merda! Ela pensou. Agora deixa pra lá pra ver o que vai dá. Mas que deveria haver uma cota mensal ou talvez anual pra gente pode desfazer os erros que comete, ah isso deveria haver. Fala sério. Esse negócio de ficar pedindo desculpas quando a gente erra é muito chato! Melhor não ter o que se arrepender pelo menos 2 vezes ao ano! Não seria mais prático?
Outra coisa que seria muito prática: mulher deveria ser proibida de acessar redes sociais, email ou até ter um celular na mão em períodos de TPM. Quanto arrependimento isso não evitaria. As pessoas deveriam compreender que isso na mão de uma TPMada é uma arma letal! É fazer burrada atrás de burrada e os filhos da mãe ainda não acreditam quando a gente culpa a nossa visitante mensal. Acham que é desculpa esfarrapada. Mas quem nunca cometeu erros guiadas pelos hormônios descontrolados que atire o primeiro chocolate. Em muitos casos até a barra inteira. Tá aí outra proibição: doce deveria ser algo que sumisse nessa época. Porque depois haja esteira pra compensar os adquiridos...e vão se acumulando de mês em mês e aí, pronto; danou-se tudo! Se bem que a restrição de glicose poderia causar uma catástrofe ainda maior. Não seria o contrabando de drogas que seria problema. Seria outro pó branco que causaria frisson: o açúcar. Gente ia até se descabelar pra comer puro na colher! 
Mas voltando ao problema do celular, as pessoas, e principalmente os homens deveriam entender que se uma mulher já é ansiosa por natureza a probabilidade dela ficar mais ansiosa na TPM é 100%. Não tem outra explicação para ela não ter o controle do que pensa e até dos seus dedinhos! Agora então com o tal do "sap sap" ferrou tudinho!
E a culpa é de quem inventou o identificador de chamadas. Como era bom quando a gente era criança e a gente podia passar trote que ninguém sabia quem tava ligando. Acabou a diversão! Se você ligar 10 vezes a outra criatura vai saber que você é uma louca tresloucada! Cadê o direito a privacidade? Cadê o charme de não saber quem era e ficar pensando nas possibilidades? Fala sério, dava para viajar muito mais. Bem mais divertido. Mas isso tudo a parte, criatura mulher, não liga 10 vezes porque além da outra criatura confirmar que você é doida ainda vai ficar se achando tanto...como se tivesse  o melhor P  (papo meninas, papo...) do mundo! E como eles se acham!!!
Mas por enquanto como não é possível rebobinar a fita do arrependimento (um dia ainda vão criar isso) a gente se convence que fez o melhor que podia e segue em frente. Quem sabe não passa o tempo que até você mesma se esquece das grandes M que cometeu. Bola pra frente.
 Agora fica a dica: fica longe do celular naqueles dias e se quiser se garantir mesmo, apaga todos os contatos dos rolos do passado e do presente.  E além do mais, como eu li essa frase e achei bem legal: "I'm only responsible for what I say not for what you understand".
A maioria dos homens é pestalózico e tem o complexo do melhor P (papo) do mundo! Então deixa ele entender o que quiser entender. E vai ser feliz porque perder tempo com essa preocupações bobas deixa a pele ruim! E você só fica virada no Jiraya 12 vezes no ano. Dá pra suportar! 



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Muito tempo que não venho aqui para compartilhar meus pensamentos e meus rascunhos nesse espaço especial.
Subitamente hoje (incrivelmente após uma crise de enxaqueca horrível) me pego com vontade de escrever algo. Mas não sobre a minha noite super mal dormida. Queria algo mais profundo, talvez até para testar se meus neurônios continuam funcionando depois daquela dor horrível.
Fui consultar alguns autores que gosto para ver se a partir deles as palavras que queriam sair pudessem se sentir a vontade para vir à tona. Olhei minha estante cheia de tudo que gosto, mas escolhi três: Bauman, Clarice Lispector e Martha Medeiros.
Tenho a mania de passar a marca texto em trechos que de algum modo mexeram comigo. Estratégia super eficiente, já que também marco a data que li o livro. Desse modo, eu posso tentar me recordar porque tal trecho foi significativo para mim quando li. Pode ser que continue a ser - na maior parte das vezes é isso que acontece. Dessa vez não foi diferente.Porém pude perceber algo em comum com alguns trechos desse autores super diferentes.
Eu queria falar sobre destino, amor, vida e nada mais cliché e bom de escrever quanto a decepção amorosa. Essa parte pode estar nas entrelinhas, mas sempre funciona e é bom fazer. É uma espécie de autoterapia que ajuda a "perdoar" seus amores do passado e talvez até mesmo do presente.
Então, o que você acha entre a relação do amor e destino. Tudo a ver né? Mas como Bauman afirmaria em um do seus magníficos livros: O amor é líquido! E o que seria mais líquido do que o destino? Tão líquido que até evapora! E a gente passa tanto tempo esperando AQUELE amor que até se esquece que ele pode nunca ocorrer. "Sad, but it's true!" Afinal, destino é uma estrada, ou até mesmo estradas que a gente não sabe até onde levam. Pode ser que ocorram vários amores ao longo da vida, mas ainda falta AQUELE tal amor. E aí me lembrei de uma música do Jay Vaquer ("Mas se me desmantelo ao acaso/Logo me refaço ao sabor do vento que sopra a favor/ 8 e 80 por ruas estreitas do pensamento/De todo bom jogador..") Logo"É da natureza do amor ser refém do destino." Zygmunt Bauman (O amor líquido)
Mas não é para contaminar você com minha noite mal-humorada e te fazer perder as esperanças. Não, isso não faz parte do meu plano. Eu só queria dizer que para viver os amores não é necessário achar que tem que haver AQUELE amor. Por que não fazer das pequenas história de amor algo que seja especial? Afinal, nem tudo tem que ter aquela adrenalina da primeira vez. Penso que até nem é saudável expor seu corpo e principalmente seu coração a tantas emoções. Aquela corrente de adrenalina pode fazer com que seu coração entre em curto e aí já era. O emocionante pode estar nas pequenas coisas e já não somos adolescentes para querer viver de forma tão rápida, como se amanhã não houvesse mais tempo. Calma...você ainda tem seus 30 e pode experimentar um pouco de cada coisa, afinal tem muito tempo para aproveitar.
"Generalizando, dá pra dizer que todos nós estamos meio robotizados e só conseguimos nos emocionar se formos estimulados pela velocidade e risco. (...) O que não dá é para se viciar em novidade e perder a capacidade de comover-se com o banal, pela simples razão que emoção nenhuma é banal se for autêntica." Martha Medeiros (Doidas e Santas)
Devo concordar também com a Clarice (amiga íntima) pois "Mas há a vida que é para ser intensamente vivida, há o amor. Há o amor. Que tem que ser vivido até a última gota. Sem nenhum medo. Não mata. Clarice Lispector (Aprendendo a viver)
Logo...ah, você mesmo pode tirar suas conclusões!