quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O diálogo - Freud explica!

- É difícil e ao mesmo tempo um alívio. Devo ficar com raiva ou me criticar? 
- Não!!!
- Eu agi de acordo com meus desejos; naturalidade! Fui eu mesma o tempo todo. Mas se não era para continuar então por que iniciar?
- Ué, porque a vida é assim: sem roteiros e sem finais pré-estabelecidos.
- É, verdade! Eu sei que essa dor vai passar!
- Eu tenho certeza! Mas vamos viver essa dor também. Isso também faz parte da vida. Vamos viver esse "luto".
- Eu choroooooooo!
- Chore, sim! Até os olhos ficarem inchados porque assim a gente se liberta dessa dor e desabafa.
- Devo ter vergonha?
- Não! Definitivamente, não. Porque somos assim e nos permitimos ser naturais. Se às vezes choro de alegria por que não deixar as águas rolarem? (desculpe a ironia, foi inevitável)
- Despedir-se de uma história de amor é difícil, mesmo que ela tenha sido curta. Mas a gente aprende com essa pequenas histórias, né?
- E o que a gente aprendeu?
- Aprendemos a escutar nossos desejos e não ter medo de agir. A ser verdadeira comigo, sempre!
- Muito bem, garota! Quer dizer, muito bem, nós!
-E você continua acreditando no amor?
- Claro! Ele é uma aposta e uma hora a gente acerta!!!

Pauliane Godoy
17/01/13

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