Ela sentiu medo. Medo estranho de estar com aqueles
sentimentos e sensações. Por mais que não parecessem reais, na sua mente eram
reais e por mais absurdos que pudessem parecer mostravam-se de forma concebível
para ela.
O limiar entre o que era real e loucura tomaram proporções
muito sutis. A aflição cada vez mais aumentando, aumentando, aumentando... era
possível sentir o coração na garganta.
Podiam perguntar com estava se sentindo, mas até falar já
não mais a pertencia. Ela havia sido dominada.
Ela queria se libertar desse lugar sombrio, mas qual seria a
chave que poderia tirá-la desse lugar?
O tempo foi passando, passando... para ela era como se já
fosse anos com dias que se repetiam e queriam mostrar que ela não devia mais
estar aqui.
Fechar os olhos era pertencer a outra dimensão e passar
pelas portas podia significar não mais voltar.
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DESEJOU!

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